Para o evento palestra/lançamento do livro MICHAEL CHEKHOV, GEORGETTE BONER E O ‘MANUSCRITO DE PARIS’ em 10/10/26 às 17h (programação da XIII Reunião Científica da ABRACE, Cidade de Goiás/GO), o livro estará à venda com um desconto especial de 10% = R$75,50 (preço de capa R$83,90).
Teremos um estoque para venda no lançamento, mas a melhor forma de garantir 100% seu exemplar é preencher este formulário de pré-reserva e receber seu livro logo após o termínio da palestra (antes das vendas regulares na mesa de lançamento).
Apresentação
No início dos anos 1930, durante seus primeiros anos de exílio e vinte anos antes da publicação da sua obra seminal To the Actor (Para o ator), Michael Chekhov fez sua primeira incursão na tarefa desafiadora de escrever sobre a experiência do ator e sobre a sua visão do ofício.
Esta obra importante e essencialmente esquecida (o chamado ‘Manuscrito de Paris’) foi escrita à mão em alemão e nela descobrimos Chekhov lançando as bases para o cânone de exercícios e práticas que, quase um século depois, conheciemos como a Técnica Michael Chekhov. Embora nunca terminado, o manuscrito permite um relance privilegiado do alvorecer da visão criativa de um gênio artístico.
A pesquisa e edição deste livro (publicado inicialmente em inglês pela Bloomsbury, Londres) são reconhecidas como a mais significativa contribuição para o cânone ‘chekhoviano’ dos últimos anos (a última publicação de um livro inédito de Chekhov sobre o ofício do ator foi On the Technique of Acting, de 1991).
O texto de Chekhov foi traduzido e editado por Hugo Moss, com uma introdução e uma série de ensaios curtos, ‘Reflexões do Estúdio’, desenvolvendo alguns elementos-chave que surgem do manuscrito a partir da década que ele e Thaís Loureiro (co-fundadora da Michael Chekhov Brasil) passaram explorando o legado artístico de Chekhov, na sala de ensaio/pesquisa, em processos de ensaio e em performance.
No Brasil o livro também tem sido uma publicação significativa no âmbito das artes cênicas, sendo só o segundo livro de Michael Chekhov publicado em português (depois de Para o ator, em 1986), e ainda conta com um texto inédito importante, a Apresentação da Edição Brasileira escrita pela Prof. Veronica Fabrini (Unicamp).

