GT Mulheres da Cena

Rede Deliberativa: Ana Reis, Camila Bastos Bacellar, Iassanã Martins e Karla Martins.

Rede Colaborativa: Amanda Marcondes, Juçara Gaspar, Priscila Rezende e Roberta Nascimento

Rede Consultiva: Maria Brígida de Miranda, Lúcia Romano e Luciana Lyra. 

O GT abrange estudos sobre práticas e temáticas relacionadas à produção artística de mulheres e dissidências de gênero no teatro, na dança, no circo, na arte da performance e na intervenção urbana vinculados às epistemologias feministas. Compreende-se os feminismos como um campo plural de produção de saberes e de conhecimentos situados. 

Compartilhamos pesquisas e poéticas que partem de reflexões críticas e narrativas de experiências sobre práticas da cena feminista em diferentes contextos sociais, políticos e culturais, reunindo textos originais, traduções e modalidades diversas de comunicação científica em torno dos seguintes tópicos: 

  1. Histórias e genealogias das artes da cena feministas em diferentes contextos nacionais e latino-americanos, incluindo os períodos de ditadura;
  2. Criação cênica e linguagens artísticas: dramaturgias, performances, coreografias, trabalhos de profissionais da técnica e práticas em campo expandido;
  3. Feminismos plurais: gênero, raça/etnia, classe, sexualidade, etarismo,  dissidências de sexo-gênero, de/des/anti e contracolonialidade, justiça climática, racismo ambiental, retomada e luta pela terra;
  4. Desconstruções de gênero e perspectivas transfeministas nas artes da cena e no cotidiano;
  5. Práticas cênicas, ativismo e espaço público: movimentos sociais, organizações sindicais, manifestações de rua e ambientes digitais;
  6. Processos criativos, estéticas e políticas de produção: estratégias de transformação das práticas artísticas;
  7. Formação e pedagogias nas artes da cena feministas, incluindo contextos escolares, universitários e espaços não-formais de educação;
  8. Mulheres e Dissidências na e da cena: (in)visibilidades, apagamentos históricos e disputas por reconhecimento;
  9. Instituições, poder e mediação cultural: divisão do trabalho, hierarquias, crítica, curadorias, editais, produção e políticas culturais;
  10. Públicos, fruição e recepção crítica: deslocamentos dos modos de ver, avaliar e narrar a cena contemporânea.