{"id":3368,"date":"2022-10-06T18:55:24","date_gmt":"2022-10-06T21:55:24","guid":{"rendered":"http:\/\/localhost\/portalabrace\/?p=3368"},"modified":"2022-10-06T18:55:24","modified_gmt":"2022-10-06T21:55:24","slug":"performance-e-formas-animadas-e-a-chamada-danca-violencia-e-conflito-da-revista-brasileira-de-estudos-da-presenca","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/portalabrace.org\/novo2022\/informes\/performance-e-formas-animadas-e-a-chamada-danca-violencia-e-conflito-da-revista-brasileira-de-estudos-da-presenca\/","title":{"rendered":"PERFORMANCE E FORMAS ANIMADAS e a chamada DAN\u00c7A, VIOL\u00caNCIA E CONFLITO da Revista Brasileira de Estudos da Presen\u00e7a"},"content":{"rendered":"\n<p class=\"wp-block-paragraph\">A Revista Brasileira de Estudos da Presen\u00e7a [<em>Brazilian Journal on Presence Studies<\/em>], peri\u00f3dico eletr\u00f4nico de acesso livre e revis\u00e3o por pares, sem taxas de submiss\u00e3o ou publica\u00e7\u00e3o, receber\u00e1,&nbsp;<strong>at\u00e9 31 de outubro de 2022<\/strong>, artigos in\u00e9ditos dentro do escopo do tema DAN\u00c7A, VIOL\u00caNCIA E CONFLITO.&nbsp;<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">Normalmente, a dan\u00e7a implica alegria, liberta\u00e7\u00e3o e resist\u00eancia. No entanto, mesmo que o corpo dan\u00e7ante possa desfrutar de momentos de liberdade, o mesmo corpo pode ter que navegar no passado e no presente dos conflitos sociais, das estruturas repressivas, das expropria\u00e7\u00f5es e da viol\u00eancia. Esta chamada procura pesquisadores e pesquisadoras que trabalham no campo dos estudos das artes c\u00eanicas e da performance para abordar essas for\u00e7as mais preocupantes que os e as artistas do movimento enfrentam em e atrav\u00e9s de sua arte. A dan\u00e7a, nesse contexto, pode abranger desde produ\u00e7\u00f5es encenadas at\u00e9 performances cotidianas em rituais e festas. A viol\u00eancia pode significar uma s\u00e9rie de danos corporais, desde a viol\u00eancia catastr\u00f3fica do colonialismo, a escraviza\u00e7\u00e3o e a expropria\u00e7\u00e3o de terras ind\u00edgenas at\u00e9 a&nbsp;<em>viol\u00eancia lenta<\/em>&nbsp;experimentada por pessoas que vivem em ambientes t\u00f3xicos. A ideia de conflito tamb\u00e9m pode apontar para diversos confrontos dentro e entre as sociedades. Isso significa que conflito pode abranger tens\u00f5es causadas por polariza\u00e7\u00e3o pol\u00edtica, guerras culturais, policiamento e a luta por vidas negras, em torno dos direitos de g\u00eanero, sexuais ou reprodutivos. O conflito tamb\u00e9m pode incluir confrontos brutais entre na\u00e7\u00f5es em guerra.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">Os artigos para esta se\u00e7\u00e3o podem tratar de dan\u00e7as que abordem a viol\u00eancia ou dan\u00e7as que interv\u00eam no conflito social. A viol\u00eancia pode ser simb\u00f3lica como as dan\u00e7as que encenam aspectos do racismo ou o patrim\u00f4nio cultural roubado. A viol\u00eancia tamb\u00e9m poderia ser literal, como as dan\u00e7as que os traficantes de seres humanos usavam para manter os povos escravizados ativos e vivos durante as travessias. Quanto \u00e0s dan\u00e7as que interv\u00eam no conflito social, isso pode implicar em medita\u00e7\u00f5es coreografadas sobre polariza\u00e7\u00e3o pol\u00edtica, racismo, sexismo e homofobia, por exemplo. As dan\u00e7as que interv\u00eam no conflito entre sociedades, nomeadamente aquelas em guerra, podem incluir dan\u00e7as de resist\u00eancia montadas por uma sociedade invadida ou dan\u00e7as na na\u00e7\u00e3o agressora encenadas por aqueles que se opuseram \u00e0 invas\u00e3o.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">Algumas perguntas que os artigos podem fazer incluem: que papel a dan\u00e7a desempenha na perpetua\u00e7\u00e3o da viol\u00eancia e do conflito? Como as dan\u00e7as abordam e talvez desviam a viol\u00eancia, forjando uma esp\u00e9cie de ref\u00fagio, b\u00e1lsamo ou comunidade vital? Por que as pessoas dan\u00e7am em tempos de crise aguda como em tempos de guerra? Dan\u00e7ar e assistir dan\u00e7a contribui para minimizar danos sociais, ela pode curar, ambos ou nenhum? Essas perguntas podem ou n\u00e3o fornecer pontos de partida para contribui\u00e7\u00f5es para esta quest\u00e3o.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">Esta chamada busca artigos in\u00e9ditos baseados em pesquisas com, sobre e\/ou iniciadas por dan\u00e7a, viol\u00eancia e conflito. Para subsidiar a problematiza\u00e7\u00e3o e os debates que comp\u00f5em o tema DAN\u00c7A, VIOL\u00caNCIA E CONFLITO, a&nbsp;<em>Revista Brasileira de Estudos da Presen\u00e7a&nbsp;<\/em>abre espa\u00e7o para ensaios que exploram o tema a partir de diferentes perspectivas, utilizando metodologias e fontes diversas como arquivos textuais e visuais, processos criativos, etnografia, entrevistas e dan\u00e7as. Nesse sentido, os autores e autoras podem apresentar ensaios te\u00f3ricos ou artigos baseados em pesquisas que trabalhem com dan\u00e7a, viol\u00eancia e conflito em diferentes contextos ou situa\u00e7\u00f5es, considerando um ou mais dos seguintes t\u00f3picos, ou outros relacionados:<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">&#8211; Dan\u00e7ar com ou contra a coloniza\u00e7\u00e3o<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">&#8211; Dan\u00e7as violentas de escravid\u00e3o<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">&#8211; Apropria\u00e7\u00e3o cultural e estere\u00f3tipos raciais\/\u00e9tnicos na dan\u00e7a<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">&#8211; Racismo na dan\u00e7a<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">&#8211; Dan\u00e7a, deslocamentos e expropria\u00e7\u00e3o<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">&#8211; Dan\u00e7a, Trauma e Mem\u00f3ria<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">&#8211; Dan\u00e7a e Supremacia Branca<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">&#8211; Contra a Viol\u00eancia de G\u00eanero nas Dan\u00e7as<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">&#8211; Dan\u00e7as de protesto<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">&#8211; Polariza\u00e7\u00e3o Pol\u00edtica e Dan\u00e7a<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">&#8211; Dan\u00e7as durante a guerra<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">&#8211; Opondo-se a invas\u00f5es atrav\u00e9s da coreografia<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">&#8211; Dan\u00e7ar com ou contra a crise<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">&#8211; Dan\u00e7as Descolonizadoras<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">&#8211; Dan\u00e7ar em Contextos Neoliberais<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">&#8211; Classismo na Forma\u00e7\u00e3o e Mecenato da Dan\u00e7a<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">&#8211; Dan\u00e7ar em torno do conflito na sala de aula<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">&#8211; Dan\u00e7a nas comunidades do narcotr\u00e1fico<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">&#8211; Dan\u00e7a e popula\u00e7\u00f5es vulner\u00e1veis em situa\u00e7\u00f5es de viol\u00eancia<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">&#8211; Dan\u00e7a, hist\u00f3ria e viol\u00eancia<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">&#8211; Dan\u00e7a, performance e conflitos sociais<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">&#8211; Dan\u00e7a e fobia LGBTQIA+<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">Assim, a&nbsp;<em>Revista A Brasileira de Estudos da Presen\u00e7a&nbsp;<\/em>espera receber trabalhos resultantes de estudos que abordem o tema de alguma forma ou que envolvam dan\u00e7a, viol\u00eancia e conflito como ponto de partida para uma discuss\u00e3o mais ampla sobre temas relacionados.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">As submiss\u00f5es devem estar de acordo com os padr\u00f5es da revista e serem postadas diretamente em nosso sistema de submiss\u00e3o, para passar pelo nosso processo geral de avalia\u00e7\u00e3o.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">Para submeter um artigo a esta chamada \u00e9 fundamental selecionar a se\u00e7\u00e3o correspondente (Dan\u00e7a, Viol\u00eancia e Conflito). Lembramos que o peri\u00f3dico&nbsp;<strong>n\u00e3o cobra taxas de submiss\u00e3o, nem de publica\u00e7\u00e3o<\/strong>&nbsp;e utiliza o sistema duplo-cego de revis\u00e3o por pares. O texto pode ser enviado em portugu\u00eas, espanhol, ingl\u00eas ou franc\u00eas e ser\u00e1 publicado em duas l\u00ednguas. Ser\u00e1 solicitado aos autores e autoras que enviarem textos em portugu\u00eas ou espanhol (e \u00e0queles[as] lus\u00f3fonos) que enviem uma tradu\u00e7\u00e3o em ingl\u00eas como condi\u00e7\u00e3o para a publica\u00e7\u00e3o dos artigos, uma vez aprovados. A tradu\u00e7\u00e3o dever\u00e1 ser realizada por tradutor indicado pela revista e \u00e0s custas do (a) autor (a). A revista providencia tradu\u00e7\u00e3o para o portugu\u00eas de artigos enviados em ingl\u00eas ou franc\u00eas, desde que os autores e as autoras sejam nativos (as) desses idiomas e caso haja recursos financeiros dispon\u00edveis no per\u00edodo da edi\u00e7\u00e3o. Maiores informa\u00e7\u00f5es podem ser encontradas em nosso website,&nbsp;<a href=\"http:\/\/www.seer.ufrgs.br\/presenca\">www.seer.ufrgs.br\/presenca<\/a><a href=\"http:\/\/www.seer.ufrgs.br\/presenca\">;<\/a>&nbsp;nossas diretrizes podem ser visualizadas em \u201cDiretrizes para Autores\u201d.<\/p>\n\n\n\n<figure class=\"wp-block-embed\"><div class=\"wp-block-embed__wrapper\">\nhttps:\/\/www.seer.ufrgs.br\/presenca\n<\/div><\/figure>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;-<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">Chamada:<br>REVISTA BRASILEIRA DE ESTUDOS DA PRESEN\u00c7A<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">Revista Brasileira de Estudos de Presen\u00e7a<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">Dan\u00e7a, Viol\u00eancia e Conflito<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">CHAMADA DE ARTIGOS<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">A Revista Brasileira de Estudos da Presen\u00e7a [Brazilian Journal on Presence Studies], peri\u00f3dico eletr\u00f4nico de acesso livre e revis\u00e3o por pares, sem taxas de submiss\u00e3o ou publica\u00e7\u00e3o, receber\u00e1, at\u00e9 31 de outubro de 2022, artigos in\u00e9ditos dentro do escopo do tema DAN\u00c7A, VIOL\u00caNCIA E CONFLITO.&nbsp;&nbsp;<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">Normalmente, a dan\u00e7a implica alegria, liberta\u00e7\u00e3o e resist\u00eancia. No entanto, mesmo que o corpo dan\u00e7ante possa desfrutar de momentos de liberdade, o mesmo corpo pode ter que navegar no passado e no presente dos conflitos sociais, das estruturas repressivas, das expropria\u00e7\u00f5es e da viol\u00eancia. Esta chamada procura pesquisadores e pesquisadoras que trabalham no campo dos estudos das artes c\u00eanicas e da performance para abordar essas for\u00e7as mais preocupantes que os e as artistas do movimento enfrentam em e atrav\u00e9s de sua arte. A dan\u00e7a, nesse contexto, pode abranger desde produ\u00e7\u00f5es encenadas at\u00e9 performances cotidianas em rituais e festas. A viol\u00eancia pode significar uma s\u00e9rie de danos corporais, desde a viol\u00eancia catastr\u00f3fica do colonialismo, a escraviza\u00e7\u00e3o e a expropria\u00e7\u00e3o de terras ind\u00edgenas at\u00e9 a viol\u00eancia lenta experimentada por pessoas que vivem em ambientes t\u00f3xicos. A ideia de conflito tamb\u00e9m pode apontar para diversos confrontos dentro e entre as sociedades. Isso significa que conflito pode abranger tens\u00f5es causadas por polariza\u00e7\u00e3o pol\u00edtica, guerras culturais, policiamento e a luta por vidas negras, em torno dos direitos de g\u00eanero, sexuais ou reprodutivos. O conflito tamb\u00e9m pode incluir confrontos brutais entre na\u00e7\u00f5es em guerra.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">Os artigos para esta se\u00e7\u00e3o podem tratar de dan\u00e7as que abordem a viol\u00eancia ou dan\u00e7as que interv\u00eam no conflito social. A viol\u00eancia pode ser simb\u00f3lica como as dan\u00e7as que encenam aspectos do racismo ou o patrim\u00f4nio cultural roubado. A viol\u00eancia tamb\u00e9m poderia ser literal, como as dan\u00e7as que os traficantes de seres humanos usavam para manter os povos escravizados ativos e vivos durante as travessias. Quanto \u00e0s dan\u00e7as que interv\u00eam no conflito social, isso pode implicar em medita\u00e7\u00f5es coreografadas sobre polariza\u00e7\u00e3o pol\u00edtica, racismo, sexismo e homofobia, por exemplo. As dan\u00e7as que interv\u00eam no conflito entre sociedades, nomeadamente aquelas em guerra, podem incluir dan\u00e7as de resist\u00eancia montadas por uma sociedade invadida ou dan\u00e7as na na\u00e7\u00e3o agressora encenadas por aqueles que se opuseram \u00e0 invas\u00e3o.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">Algumas perguntas que os artigos podem fazer incluem: que papel a dan\u00e7a desempenha na perpetua\u00e7\u00e3o da viol\u00eancia e do conflito? Como as dan\u00e7as abordam e talvez desviam a viol\u00eancia, forjando uma esp\u00e9cie de ref\u00fagio, b\u00e1lsamo ou comunidade vital? Por que as pessoas dan\u00e7am em tempos de crise aguda como em tempos de guerra? Dan\u00e7ar e assistir dan\u00e7a contribui para minimizar danos sociais, ela pode curar, ambos ou nenhum? Essas perguntas podem ou n\u00e3o fornecer pontos de partida para contribui\u00e7\u00f5es para esta quest\u00e3o.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">Esta chamada busca artigos in\u00e9ditos baseados em pesquisas com, sobre e\/ou iniciadas por dan\u00e7a, viol\u00eancia e conflito. Para subsidiar a problematiza\u00e7\u00e3o e os debates que comp\u00f5em o tema DAN\u00c7A, VIOL\u00caNCIA E CONFLITO, a Revista Brasileira de Estudos da Presen\u00e7a abre espa\u00e7o para ensaios que exploram o tema a partir de diferentes perspectivas, utilizando metodologias e fontes diversas como arquivos textuais e visuais, processos criativos, etnografia, entrevistas e dan\u00e7as. Nesse sentido, os autores e autoras podem apresentar ensaios te\u00f3ricos ou artigos baseados em pesquisas que trabalhem com dan\u00e7a, viol\u00eancia e conflito em diferentes contextos ou situa\u00e7\u00f5es, considerando um ou mais dos seguintes t\u00f3picos, ou outros relacionados:<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">&#8211; Dan\u00e7ar com ou contra a coloniza\u00e7\u00e3o<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">&#8211; Dan\u00e7as violentas de escravid\u00e3o<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">&#8211; Apropria\u00e7\u00e3o cultural e estere\u00f3tipos raciais\/\u00e9tnicos na dan\u00e7a<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">&#8211; Racismo na dan\u00e7a<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">&#8211; Dan\u00e7a, deslocamentos e expropria\u00e7\u00e3o<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">&#8211; Dan\u00e7a, Trauma e Mem\u00f3ria<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">&#8211; Dan\u00e7a e Supremacia Branca<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">&#8211; Contra a Viol\u00eancia de G\u00eanero nas Dan\u00e7as<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">&#8211; Dan\u00e7as de protesto<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">&#8211; Polariza\u00e7\u00e3o Pol\u00edtica e Dan\u00e7a<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">&#8211; Dan\u00e7as durante a guerra<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">&#8211; Opondo-se a invas\u00f5es atrav\u00e9s da coreografia<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">&#8211; Dan\u00e7ar com ou contra a crise<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">&#8211; Dan\u00e7as Descolonizadoras<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">&#8211; Dan\u00e7ar em Contextos Neoliberais<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">&#8211; Classismo na Forma\u00e7\u00e3o e Mecenato da Dan\u00e7a<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">&#8211; Dan\u00e7ar em torno do conflito na sala de aula<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">&#8211; Dan\u00e7a nas comunidades do narcotr\u00e1fico<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">&#8211; Dan\u00e7a e popula\u00e7\u00f5es vulner\u00e1veis em situa\u00e7\u00f5es de viol\u00eancia<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">&#8211; Dan\u00e7a, hist\u00f3ria e viol\u00eancia<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">&#8211; Dan\u00e7a, performance e conflitos sociais<\/p>\n\n\n\n<h4 class=\"wp-block-heading\">&#8211; Dan\u00e7a e fobia LGBTQIA+<\/h4>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">Assim, a Revista A Brasileira de Estudos da Presen\u00e7a espera receber trabalhos resultantes de estudos que abordem o tema de alguma forma ou que envolvam dan\u00e7a, viol\u00eancia e conflito como ponto de partida para uma discuss\u00e3o mais ampla sobre temas relacionados.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">As submiss\u00f5es devem estar de acordo com os padr\u00f5es da revista e serem postadas diretamente em nosso sistema de submiss\u00e3o, para passar pelo nosso processo geral de avalia\u00e7\u00e3o.&nbsp;<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">Para submeter um artigo a esta chamada \u00e9 fundamental selecionar a se\u00e7\u00e3o correspondente (Dan\u00e7a, Viol\u00eancia e Conflito). Lembramos que o peri\u00f3dico n\u00e3o cobra taxas de submiss\u00e3o, nem de publica\u00e7\u00e3o e utiliza o sistema duplo-cego de revis\u00e3o por pares. O texto pode ser enviado em portugu\u00eas, espanhol, ingl\u00eas ou franc\u00eas e ser\u00e1 publicado em duas l\u00ednguas. Ser\u00e1 solicitado aos autores e autoras que enviarem textos em portugu\u00eas ou espanhol (e \u00e0queles[as] lus\u00f3fonos) que enviem uma tradu\u00e7\u00e3o em ingl\u00eas como condi\u00e7\u00e3o para a publica\u00e7\u00e3o dos artigos, uma vez aprovados. A tradu\u00e7\u00e3o dever\u00e1 ser realizada por tradutor indicado pela revista e \u00e0s custas do (a) autor (a). A revista providencia tradu\u00e7\u00e3o para o portugu\u00eas de artigos enviados em ingl\u00eas ou franc\u00eas, desde que os autores e as autoras sejam nativos (as) desses idiomas e caso haja recursos financeiros dispon\u00edveis no per\u00edodo da edi\u00e7\u00e3o. Maiores informa\u00e7\u00f5es podem ser encontradas em nosso website,<a href=\"http:\/\/www.seer.ufrgs.br\/presenca\">&nbsp;www.seer.ufrgs.br\/presenca;<\/a>&nbsp;nossas diretrizes podem ser visualizadas em \u201cDiretrizes para Autores\u201d.&nbsp;<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">REVISTA BRASILEIRA DE ESTUDOS DA PRESEN\u00c7A<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">Brazilian Journal on Presence Studies<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">Dance, Violence, and Conflict<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">CALL FOR PAPERS<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">The Brazilian Journal on Presence Studies, an open access, peer-reviewed, online journal that does not charge submission or publication fees, invites submissions relating to the theme of DANCE, VIOLENCE, AND CONFLICT, before the deadline of October 31, 2022.&nbsp;<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">Typically, dance signals joy, liberation, and resistance. However, even though the dancing body might enjoy moments of freedom, the same body might have to navigate past and present social conflict, repressive structures, dispossession, and violence. This call seeks scholars working in the field of dance and performance studies to address these more troubling forces that movers face in and through their art. Dance, in this context, might range from staged productions to everyday performances in ritual and revelry. Violence can signify a range of bodily harm from the catastrophic violence of colonialism, enslavement, and dispossession of Indigenous lands to the \u201cslow violence\u201d experienced by people living in polluted environments. Conflict equally might point to diverse clashes both within and between societies. This means conflict can encompass tensions caused by political polarization, culture wars, policing of and the fight for Black Lives, and struggles around gender, sexual, or reproductive rights. Conflict can also include brutal clashes between nations at war.&nbsp;<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">Papers might deal with dances that have violent valences or dances that intervene in social conflict. For instance, violence could be symbolic such as dances that stage racist tropes or problematically appropriate cultural patrimony. Violence could also be literal such as the dances that human traffickers used to keep enslaved peoples active and vital on the horrific middle passage. As for dances that intervene in social conflict, this might entail choreographed meditations on political polarization, racism, sexism, and homophobia, for instance. Dances that intervene in conflict between societies, namely those at war, could include dances of resistance mounted by a society being invaded or dances in the aggressor nation staged by those who opposed the invasion.&nbsp;<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">Some questions that papers might ask include: What role does dance play in perpetuating violence and conflict? How do dances address and perhaps deflect violence, forging a kind of refuge, salve, or vital community? Why do people dance in times of acute crisis like wartime? Does dancing and watching dance contribute to social harm, healing, both, or neither? These questions might or might not provide starting points for contributions to this issue.&nbsp;<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">This call for papers seeks previously unpublished articles based on research with, about, and\/or initiated by dance, violence, and conflict. To support the problematization and debates that compose the theme DANCE, VIOLENCE, AND CONFLICT, the Revista Brasileira de Estudos da Presen\u00e7a opens space for essays that explore the theme from different perspectives, using diverse methodologies and sources like textual and visual archives, creative processes, ethnography, interviews, and dances. In this sense, authors can present theoretical essays or articles based on research that works with dance, violence, and conflict in different contexts or situations, considering one or more of the following topics, or other related ones:&nbsp;<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">&#8211; Dancing with or against colonization<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">&#8211; Violent dances of enslavement<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">&#8211; Cultural appropriation and racial\/ethnic caricature in dance&nbsp;<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">&#8211; Racism in dance<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">&#8211; Dance, Displacement, and Dispossession<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">&#8211; Dance, Trauma, and Memory<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">&#8211; Dance and White Supremacy<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">&#8211; Opposing Gender Violence in Dances<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">&#8211; Protest Dances<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">&#8211; Political Polarization and Dance<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">&#8211; Dances during Wartime<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">&#8211; Opposing Invasions through Choreography<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">&#8211; Dancing with or against crisis<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">&#8211; Decolonizing Dance<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">&#8211; Dancing in Neoliberal Contexts<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">&#8211; Classism in Dance Training and Patronage<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">&#8211; Dancing around Conflict in the Classroom<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">&#8211; Dance in drug trafficking communities&nbsp;<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">&#8211; Dance and vulnerable populations facing violent situations&nbsp;<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">&#8211; Dance, history, and violence&nbsp;<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">&#8211; Dance, performance, and social conflicts&nbsp;<\/p>\n\n\n\n<h4 class=\"wp-block-heading\">&#8211; Dance and LGBTQIA+ phobia<\/h4>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">Therefore, the Revista Brasileira de Estudos da Presen\u00e7a hopes to receive work resulting from studies that address the theme in some fashion or that engage dance, violence, and conflict as a starting point for a larger discussion about related topics.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">Submissions should conform to the journal&#8217;s standards and be posted directly to our submission system, to undergo our general evaluation process.&nbsp;<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">To submit a paper for this call, it is essential to select the proper heading on the journal\u2019s website (Dance, Violence, and Conflict).&nbsp; We remind you that the journal does not charge for submission or publication and uses a double-blind peer-review system. Texts can be sent in Portuguese, Spanish, English or French and will be published in two languages. Once an article is approved, authors who sent the original text in Portuguese or Spanish (and Portuguese speakers) will be asked to send a translation in English as a condition for publication of the articles. The translation should be conducted by a translator indicated by the journal and at the expense of the author. The journal will provide the translation to Portuguese of those papers sent in English or French whose authors are native in these languages and as long as there are financial resources available at the time of the edition. &nbsp; Additional information can be found on our website,&nbsp;<a href=\"http:\/\/l.facebook.com\/l.php?u=http%3A%2F%2Fwww.seer.ufrgs.br%2Fpresenca&amp;h=DAQG70cuVAQGZgFBpRdxzyEEm9xSfODbHG2YHTophUUF4BQ&amp;enc=AZNLqWjkWSqp43iEL_SfTXGSiID3Y6_AKXr6uxnO7RLw15tg1P-CeBvl0W_V27T2CLncimHDMnZblkhWPhDrBjS1Tc7Ex8OwlvyMOm6FrTQRhdfwjhP6wIZkGoaDWp4Up4MHZqWK-V3MmVAT_Nxi3zuPAxzhG-D6vQ0IxzqV9kD8yw&amp;s=1\">www.seer.ufrgs.br\/presenca<\/a>; our guidelines can be found at \u201c<a href=\"https:\/\/seer.ufrgs.br\/presenca\/about\/submissions\">Author Guidelines<\/a>\u201d.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">REVISTA BRASILEIRA DE ESTUDOS DA PRESEN\u00c7A<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">Brazilian Journal on Presence Studies<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">Dance, violence et conflit<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">APPEL \u00c0 CONTRIBUTION<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">La Revista Brasileira de Estudos da Presen\u00e7a [Brazilian Journal on Presence Studies], revue en ligne d\u2019acc\u00e8s libre, avec comit\u00e9 de lecture, sans frais de soumission ou de publication, recevra jusqu\u2019au 31 octobre 2022 des articles in\u00e9dits portant sur le th\u00e8me DANCE, VIOLENCE ET CONFLIT.&nbsp;&nbsp;&nbsp;<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">En g\u00e9n\u00e9ral, la danse est synonyme de joie, de lib\u00e9ration et de r\u00e9sistance. Cependant, bien que le corps dansant puisse jouir de moments de libert\u00e9, ce m\u00eame corps peut avoir \u00e0 naviguer dans des conflits sociaux pass\u00e9s et pr\u00e9sents, des structures r\u00e9pressives, de la d\u00e9possession et de la violence. Cet appel \u00e0 contribution s\u2019adresse aux chercheur.e.s des arts du spectacle et de la performance souhaitant aborder ces forces les plus troublantes auxquelles les artistes du mouvement sont confront\u00e9.e.s dans et par leur art.&nbsp; La danse, dans ce contexte, peut aller de la mise en sc\u00e8ne aux performances quotidiennes dans le cadre de rituels et de festivit\u00e9s.&nbsp; La violence peut se traduire par une gamme de dommages corporels allant de la violence catastrophique du colonialisme, de l\u2019esclavage et de la d\u00e9possession des terres am\u00e9rindiennes \u00e0 la violence lente subie par les personnes vivant dans des environnements toxiques.&nbsp; La notion de conflit peut \u00e9galement renvoyer \u00e0 diverses confrontations au sein des soci\u00e9t\u00e9s et entre elles.&nbsp; Cela signifie que le conflit peut englober les tensions caus\u00e9es par la polarisation politique, les guerres culturelles, la police et la lutte pour la vie des Noirs, ainsi que des luttes autour des droits li\u00e9s au genre, \u00e0 la sexualit\u00e9 ou \u00e0 la reproduction. Les conflits peuvent \u00e9galement inclure des affrontements brutaux entre des nations en guerre.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">Les articles peuvent porter sur des danses abordant la violence ou des danses intervenant dans un conflit social.&nbsp; La violence peut \u00eatre symbolique, comme les danses mettant en sc\u00e8ne des aspects du racisme ou de l\u2019h\u00e9ritage culturel vol\u00e9.&nbsp; La violence peut aussi \u00eatre litt\u00e9rale, comme les danses que les trafiquants d\u2019\u00eatres humains utilisaient pour maintenir les esclaves actifs et en vie pendant les travers\u00e9es.&nbsp; Quant aux danses intervenant dans les conflits sociaux, il peut s\u2019agir de m\u00e9ditations chor\u00e9graphi\u00e9es sur la polarisation politique, le racisme, le sexisme et l\u2019homophobie, par exemple.&nbsp; Les danses qui interviennent dans les conflits entre soci\u00e9t\u00e9s, notamment celles en guerre, pourraient inclure des danses de r\u00e9sistance mises en sc\u00e8ne par une soci\u00e9t\u00e9 envahie ou des danses du pays agresseur pr\u00e9sent\u00e9es par ceux qui s\u2019opposent \u00e0 l\u2019invasion.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">Parmi les questions que les articles pourraient poser, citons&nbsp;:&nbsp;quel r\u00f4le la danse joue-t-elle dans la perp\u00e9tuation de la violence et des conflits&nbsp;? Comment les danses abordent-elles et peut-\u00eatre d\u00e9tournent-elles la violence, en forgeant une sorte de refuge, de baume ou de communaut\u00e9 vitale&nbsp;?&nbsp; Pourquoi les gens dansent-ils en p\u00e9riode de crise aigu\u00eb comme en temps de guerre&nbsp;?&nbsp; Est-ce que danser et regarder la danse contribue \u00e0 minimiser les dommages sociaux, \u00e0 la gu\u00e9rison, aux deux ou \u00e0 aucun des deux&nbsp;? &nbsp; Ces questions peuvent ou non constituer des points de d\u00e9part pour les contributions \u00e0 ce num\u00e9ro.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">Cet appel vise \u00e0 recueillir des articles in\u00e9dits bas\u00e9s sur des recherches avec, sur et\/ou initi\u00e9es par la danse, la violence et les conflits.&nbsp; Afin de soutenir la probl\u00e9matisation et les d\u00e9bats sur le th\u00e8me DANSE, VIOLENCE ET CONFLIT, la Revista Brasileira de Estudos da Presen\u00e7a ouvre un espace pour les essais qui explorent le th\u00e8me depuis diff\u00e9rentes perspectives, en utilisant diverses m\u00e9thodologies et sources telles que les archives textuelles et visuelles, les processus de cr\u00e9ation, l\u2019ethnographie, les entretiens et les danses.&nbsp; Dans ce sens, les auteurs sont invit\u00e9s \u00e0 soumettre des essais th\u00e9oriques ou des articles bas\u00e9s sur des recherches portant sur la danse, la violence et le conflit dans diff\u00e9rents contextes ou situations, sur un ou plusieurs des sujets suivants ou connexes&nbsp;:<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">&#8211; Danser avec ou contre la colonisation<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">&#8211; Les danses violentes de l\u2019esclavage<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">&#8211; L\u2019appropriation culturelle et les st\u00e9r\u00e9otypes raciaux\/ethniques dans la danse<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">&#8211; Le racisme dans la danse<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">&#8211; La danse, le d\u00e9placement et l\u2019expropriation<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">&#8211; La danse, le traumatisme et la m\u00e9moire<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">&#8211; La danse et la supr\u00e9matie blanche<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">&#8211; S\u2019opposer \u00e0 la violence de genre dans les danses<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">&#8211; Les danses de protestation<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">&#8211; La polarisation politique et la danse<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">&#8211; Les danses en temps de guerre<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">&#8211; S\u2019opposer aux invasions par la chor\u00e9graphie<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">&#8211; Danser avec ou contre la crise<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">&#8211; Les danses d\u00e9colonisatrices<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">&#8211; La danse dans les contextes n\u00e9olib\u00e9raux<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">&#8211; Le classisme dans les formations et le m\u00e9c\u00e9nat en danse<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">&#8211; Danser autour du conflit \u00e0 l\u2019\u00e9cole<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">&#8211; La danse dans les communaut\u00e9s de narcotrafic<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">&#8211; La danse et les populations vuln\u00e9rables en situation de violence<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">&#8211; La danse, l\u2019histoire et la violence<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">&#8211; La danse, la performance et les conflits sociaux<\/p>\n\n\n\n<h4 class=\"wp-block-heading\">&#8211; La danse et la phobie des personnes LGBTQIA+.<\/h4>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">Ainsi, la Revista Brasileira de Estudos da Presen\u00e7a esp\u00e8re recevoir des articles r\u00e9sultant d\u2019\u00e9tudes qui abordent le th\u00e8me d\u2019une mani\u00e8re ou d&#8217;une autre ou qui aient la danse, la violence et les conflits comme point de d\u00e9part d\u2019une discussion plus large sur des sujets connexes.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">Les propositions doivent suivre les normes de la revue et sont \u00e0 soumettre directement dans le syst\u00e8me de la revue pour suivre le processus d\u2019\u00e9valuation.&nbsp;<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">Pour soumettre un article \u00e0 cet appel, il est indispensable de s\u00e9lectionner la section correspondante (Danse, violence et conflit).&nbsp; Nous vous rappelons que la revue ne demande pas de frais de soumission ou de publication et utilise le syst\u00e8me d\u2019\u00e9valuation par les pairs en double aveugle.&nbsp; Le texte peut \u00eatre envoy\u00e9 en portugais, espagnol, anglais ou fran\u00e7ais et sera publi\u00e9 en deux langues.&nbsp; Les auteur.e.s soumettant des textes en portugais ou en espagnol (et les auteur.e.s lusophones) seront invit\u00e9s \u00e0 envoyer une traduction en anglais comme condition de publication des articles, apr\u00e8s leur approbation.&nbsp; La traduction doit \u00eatre effectu\u00e9e par un traducteur indiqu\u00e9 par la revue aux frais de l\u2019auteur.e.&nbsp; La revue assure la traduction en portugais des articles soumis en anglais ou en fran\u00e7ais, \u00e0 condition que les auteurs aient pour langue maternelle ces langues et que la revue ait des fonds disponibles au moment de la publication. Vous trouverez plus d\u2019informations sur notre page web,&nbsp;<a href=\"http:\/\/www.seer.ufrgs.br\/presenca\">&nbsp;www.seer.ufrgs.br\/presenca;<\/a>&nbsp;nos directrices peuvent \u00eatre consult\u00e9es sous la rubrique \u00ab Consignes aux auteurs \u00bb&nbsp;<\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>A Revista Brasileira de Estudos da Presen\u00e7a [Brazilian Journal on Presence Studies], peri\u00f3dico eletr\u00f4nico de acesso livre e revis\u00e3o por pares, sem taxas de submiss\u00e3o ou publica\u00e7\u00e3o, receber\u00e1,&nbsp;at\u00e9 31 de outubro de 2022, artigos in\u00e9ditos dentro do escopo do tema DAN\u00c7A, VIOL\u00caNCIA E CONFLITO.&nbsp; Normalmente, a dan\u00e7a implica alegria, liberta\u00e7\u00e3o e resist\u00eancia. 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